25.01.26 – Final da Copinha
São Paulo 1 x 2 Cruzeiro, Copa São Paulo, 25.01.2026, Pacaembu
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É óbvio que eu assisto quase todos os jogos do São Paulo na Copinha, mais com o interesse de conhecer os jogadores que podem subir do que com a obrigatoriedade de esperar que vençam, como espero do time profissional. Dito isto, quando chega à final, é evidente que torço para que seja campeão.
Normalmente quando estou em São Paulo do dia 25 de janeiro, meu programa é assistir à final da Copinha no Pacaembu, independentemente de quem lá esteja, exceto quando presentes algum dos três rivais. Curiosamente, nunca consegui ver um jogo do São Paulo, pois nesses casos os ingressos se esgotam rapidamente e o sistema de vendas da Federação Paulista é bem ruim, fiquei sem ingresso para as duas últimas finais graças às burocracias do site, embora eles tenham ficado com meus dados pessoais já que precisei registrar meus dados biométricos.
Em resumo, o São Paulo, desmantelado o time campeão do ano passado, conseguiu novamente formar um bom time, mesmo que pior que o do Cruzeiro, que, embora melhor, deu sorte na bola que pegou na trave e no goleiro para entrar no segundo gol e na falta que por uns dez centímetros não foi pênalti no fim do jogo. O time não desistiu, tem brio, e vários jogadores podem subir para o profissional, ao menos correriam mais do que muitos profissionais que lá estão. Cotia nunca nos falta.
E pensar que Casares tentou desesperadamente vender nossa galinha dos ovos de ouro para o Marinakis, empurrando-nos goela abaixo esse presente de grego.
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Allan Barcelos, técnico do sub-20, talvez não esteja pronto para o profissional, coisa que nunca deu certo para o São Paulo, a assunção de excelentes técnicos da base diretamente para o time principal. Ainda assim, um argentino que já jogou Copa do Mundo conta que magicamente a sombra de Barcellos é gigantesca e ocupa boa parte da região metropolitana de São Paulo, saindo do CT de Cotia e alcançando o CT da Barra Funda.
